31.3.07

Não Quero com o Saco Ferido de Tanto Coçar... Taí! Vou Processar o Governo

A cara do Brasil atual: paradão, dormindo e absolutamente impotente ao que ocorre por estes lados de Pindô

O povo (à exceção de alguns pederastas passivos que a-ma-do-ram leva toco no fundo das idéias) está revoltado com o que ocorre nesta semana (não, não vou falar sobre o roubino, digo, rabino Henry Roubel, pois o que ele fez foi feito nos Estados Unidos, onde pelo menos as coisas funcionam). Uma ministra racista (só porque é negra acha que não deve ser chamada de racista? Oras, tenha dó!) que precisa, no mínimo, pensar um pouco antes de falar disse que racismo de negro contra branco não deve ser considerado racismo. Todo mundo sabe que, neste governinho fulhambento que nos governa, qualquer um pode se dar bem, mesmo que não pense durante dois segundos antes de falar merda. E é por isso que nosso amado e estimado presidente Lulla-Lá, vulgo Lullita, vai deixar por isso mesmo. Se possível, a fará substituta da Dilma Hussein na Casa Onde É que Já Civil.

Calma, gente, tem parada pior. A coisa chamada "semana" começou com o seqüestro, pelo Irã, dos marinheiros britânicos que só querem ajudar a proteger a humanidade de tipos sádicos e desprezíveis como o presidente iraniano de nome impronunciável que quer tocar o terror no mundo inteiro. Aquele outro barbudo, que é amigão do Huguinho Chapolim. O mundo inteiro condenou o ato terrorista iranioso, mas algumas excrescências insistem em teimar que o tal do Mahmoud Sei-lá-o-quê é, no fundo, no fundo, um cara maneiro e bacana. Quem é amiguinho do Chapolim e do Ervo Imorales, por exemplo, não pode ser bacana nem a pau, Juvenal. Taí o Lulla que não nos deixa mentir.

Agora, pra fechar a çemana com chave de bosta, a aerocrise toma conta dos noticiários e evidencia a cagada em que estamos metidos desde 1º de janeiro de 2003. O Brasil parou de vez, e nós somos os culpados por sermos tão burros diante de uma merda de urna eletrônica. E o pior é que a gente não aprende de jeito nenhum. Enquanto isso, só o presidente-caninha da América do Sul pode embarcar, de Aerolula, pra tratar do assunto mais interessante com o presidente-caninha da América do Norte. Diante disso, concluo: o Hemisfério Ocidental não sabe votar. O Oriente Médio (à exceção de Israel) nem tem esse direito. A esperança do mundo é a Europa, mesmo. Ai do planeta se os europeus também não souberem votar.

Encerrando a mensagem, vamos fazer uma campanha nacional: vamos todos, 180 milhões and counting, processar o governo por danos morais e imorais que perduram há quatro anos - cagadas em série, corrupção, cu-na-mão com os vizinhos bolivarianos e metáforas futebolísticas. Vamos mostrar nossa indignação! Se quiserem, os agraciados com o Bolsa-Esmola também podem participar. Vai que um dia essa joça acaba depois das eleições municipais do ano que vem. Nunca se sabe.

24.3.07

Salvaram o Ursinho Polar Alemão!!! Vou Acender um Baseado pra Comemorar

O ursinho Knut, "osum" (muso ao contrário) das ecomalas: depois daquele papo chato do aquecimento global ou coisa que o valha, agora eles ficam de babaquice com o pobre bichinho

Quem estava no planeta Terra por esses dias deve ter percebido uma característica intangível dos ecochatos: a hipocrisia despudorada. Eles, que tanto se esforçam pra çalvar a naturesa, queriam matar um pobre ursinho polar que não fazia mal a ninguém e que cairia perfeitamente como bichinho de pelúcia. Os sacos-de-erva argumentaram (se é que eles sabem fazer isso) que só os pais saberiam fazer isso, e que por isso não poderia ser criado em cativeiro.

Mandem os caras plantarem macacos!!!!! Fosse outro dia, eles adotariam o ursinho como símbolo da ecologia para um desenvolvimento sustentável e uma conscientização da puta que o pariu. Agora, os consumidores compulsivos de jererê ficaram doidões e queriam sacrificar o coitadinho. Se bem que isso não é exclusividade do Véio Mundo: cá pras bandas de Pindorama, o deputa Fernando Gerebeira (outro notório saco-de-erva) defendeu um terrorista italiano querendo impedi-lo de voltar pra casa e cumprir a cana que ainda falta.

Mas enfim, voltando ao sorvete quente: leio agora que o ursinho não será mais morto e, digo mais, será urso-propaganda de uma reunião da ONU! O tal do Knut vai virar arroz-de-festa, depois disso. Não demora muito e vai aparecer no BBB e no Superpop. Mas se querem saber, tô pouco me lixando pra isso. O ursinho não morre mais! Vou imitar os ecocologistas e acender um baseado pra comemorar.

17.3.07

O Maranhão do Sul e Outras Anomalias Sarneyzísticas

Vendo o mapa do Maranhão, eu penso: como é que os caras vão conseguir dividir isso em "Norte" e "Sul"? P.S.: Em destaque, a localização da cidade de Presidente Sarney, que ficaria de fora do "feudo" sarneyzal (esse tal de Wikipedia é uma maravilha!!!)

Quando o pessoal achava que nada mais nesse paiseco iria piorar, descobre que não acha mais nada. Recentemente, alguns anormais peemedébeis-mentais tiveram a brilhante idéia de dividir o Maranhão e criar o Maranhão do Sul, meio irritadinhos (na verdade, putinhos mesmo) porque perderam o estado pra oposição.

Como todos sabem, a família Sarney (Zé Sarney, aquele que foi presidente na aba do Tancredo; Roseana, a ex-quase futura presidente do Brasil; Murad, o genro infernal; Edison Lobão et caterva) fez do glorioso e culturalmente rico Maranhão, durante mais de quatro décadas, de maior produtor de babaçu e bumba-meu-boi e ladrilhinhos franceses a verminho da mosca que pousou no cocô do cavalo do bandido que, no máximo, exporta reggae nacional e consumidores da ervinha do capeta. É o estado mais pobre da Federação. Corresponde a... como dizer? ...ao Haiti.

Além disso, Sarney é um prolífico (é assim que se escreve?) escritor de romances extremamente úteis (seu Marimbondos de Fogo, que lhe rendeu o ingresso na ABL, é até hoje usado como papel higiênico no banheiro lá de casa, juntamente com obras-primas como O Capital e O Novo Testamento). Como disse o filósofo, depois que Sarney passou a escrever, qualquer um pode fazer sucesso com um romance ao menos razoável. Pelo menos seus escritos são melhores que seu desempenho como mandatário da Nação - o que não quer dizer nada.

Voltando ao babaçu frio, Sarneyzildo pode estar dando um tiro no pé. A cidade que o homenageia fica ao norte do estado. Se é pra ficar rebeldezinho, que se mude com toda a família pro Amapá e lute pela independência do estado, transformando-o em monarquia presidencialista. Quem sabe assim ele deixa os maranhenses e maranhensas em paz.

9.3.07

Dona Marisa que se Cuide...

Enquanto o Lullita só pensa naquilo, o Bushit faz o que todo gringo faz quando vem pro Brasil: cai (ou tenta cair) no samba

Aproveitando a deixa do professor Reinaldão, comento sobre as recentes declarações de forte conotação sexual do nosso querido presidente Lulla-Lá, vulgo Lullita. Ele disse dia desses que sexo é uma coisa de que "quase todo mundo gosta" (seria essa uma indireta?). Com a visita do George W. C. Bushit ao Brasil, então, as coisas pioraram. O hômi mais anda parecendo um cãozinho vira-lata que se enrosca no primeiro hidrante que vê pela frente, esperando o surgimento de uma cadela no cio. Sobre a tal Rodada de Doha, aquilo de que todo mundo fala mas ninguém sabe direito como é, o Lullita disse que é preciso encontrar o "ponto G" das negociações.

Para um governo que cogita transformar em ministra a sexóloga e ex-prefeita de São Paulo (nessa ordem) Marta Suplicy, é até natural que esse assunto do ponto G seja abordado. Aliás, não é nenhuma surpresa quando se trata de um governo que está disposto a fuder o país mais do que já tá fudido e onde rola sacanagem por baixo dos panos (por cima, também) o tempo todo. Mas tudo bem, já estamos acostumados a levar pemba como se pederastas passivos fôssemos. Isso acontece há quase 507 anos, pra ser mais exato.

Não me surpreenderei se, além da Sra. Favre, a Rita Cadillac assumir a pasta do Ministério da Cultura, substituindo o pai da pior rainha de bateria da história da Mangueira. E, então, o país estará moralmente perdido, transformando-se numa versão tropical de Sodoma e Gomorra. E, se a gente fugir e olhar pra trás, virará uma coisa diferente do que está na Bíblia: um monte de cocô, um castigo justo por sermos tão incompetentes nas eleições presidenciais há quase duas décadas.

5.3.07

Se É pra Ficar com os Comedores de Capim e Plantadores de Coca, Prefiro Ficar com os Comedores de Hambúrguer e Consumidores de Produtos Finais da Coca



A ex-cantora e quase ex-ser humano Britney Spears: atualmente longe de ser virgem (já é mãe de dois), pirou de vez, ficou careca e diz ser sucessora de Napoleão e Hitler


Nos próximos dias, o presidente norte-americano George W. C. Bushit estará visitando estes lados de Pindorama, pra tomar umas e outras com o seu mais novo amigo de infância, o nosso querido Luiz Inácio Lulla-Lá, o Lullita, e entre essas umas e outras discutir sobre amenidades mercadológicas. Desde que assumiu, há seis anos, o cara vem sendo espezinhado pela comunalha (às vezes, não sem razão, vide a cagada que há há quatro anos no Iraque). Mas eu pergunto, bem na linguagem deles: ceis num teim teto di vidro não, gentaia?


Há quem culpe a civilização ocidental pelas desgraças da Humanidade. Principalmente pegando os Esteites pra Cristo. Desde que a União Soviética foi pra baixo junto com o Muro de Berlim, os verme-lhinhos vêm arranjando uma desculpa pra tentar combater o dito "Imperialismo Estadunidense". Sempre que vêem algum lugar sempre "oprimido", vão às ruas carregando bandeirinhas de aberrações como PT, PCdoB, PSTU e PSOL e gritando um slogan recorrente entre eles: "Brasil, [o lugar que consideram oprimidos], América Central... A luta socialista é internacional". Em tempos idos, o tal lugar era Cuba. Nos últimos tempos, eles vêm adaptando o corinho a lugares que nada têm a ver com América Central. Já falaram "Palestina", "Iraque", "Coréia do Norte", ultimamente vêm falando "Irã"...


Porra!!! A esquerdalha não aprende mesmo. E o pior de tudo é que eles consideram tudo o que vem acima da fronteira norte do México uma bosta. Tudo bem, nem tudo que vem dos Estados Unidos presta mesmo. Como a Britney Spears, por exemplo. Ou melhor, não como, porque ela está um dragão de feia e cada vez mais maluca. Se bem que também tem aquelas boy bands que enchem o saco. Mas tem muita coisa boa. Como a atriz Jessica Biel (quer dizer, ainda não, mas é questão de tempo). Nunca ouviram falar dela? Ah, mas vão ouvir falar. Pra quem nunca a viu na vida, dou-lhes uma mostra da sua beleza artístico-dramática.


3.3.07

Os Passivos do Planalto

Depois das folias de Momo e da volta à labuta, aproveito pra botar o papo em dia sobre o que anda ocorrendo por estes lados de Pindorama. Pra variar, o nosso querido presidente Lulla-Lá, vulgo Lullita, envergonha a Nação ao soltar pela boca o que as pessoas normais só soltariam pelo outro lado do corpo humano. Depois de mais uma sucessão de crimes bárbaros ocorridos neste país tropical abençoado por Deus e bonito por natureza, mas que beleza, em fevereiro, o cretino-mor aprontou mais uma.

Disse que "a violência é uma questão de sobrevivência", como se as ruas brasileiras fossem um grande documentário do Discovery Channel, aquele canal em que são exibidos filmetes sobre a natureza cruel e selvagem. Eu já vinha avisando desde a metralhada no carro da mulher do ministro da Cultura que só estão esperando a violência deixar o país insuportável pra tomarem o poder pela força e se perpetuarem nele. Há tempos esperam o Lullita tomar uma providência - mas é público e notório que a única providência que o nosso querido mandotário da Nassão toma é a caninha Providência, que é de lei no café da manhã presidencial.



E isso fica ainda pior quando é revelado que o sucessor do Antônio Palhaço no ministério da Economia, o Manteigão, ficou horas na mira de bandidos durante o Carnaval e demorou 12 horas pra comunicar o crime. A família PT, pelo visto, está bem alinhada: a primeira-dama da Fazenda disse que os bandidos que os mantiveram reféns foram "supergentis", só faltando pedir licença pra tocar o terror no recinto. Não duvido nada que a Dona Manteiga tenha dado cafezinho pros assaltantes.



É por essas e por outras que eu desejo, de coração, aos nossos políticos passivos com o estado de violência (segundo o nosso querido presidente, "uma questão de sobrevivência"), o que está expresso na fotografia abaixo:


Aí é que eu quero ver se não vai doer na consciência e fazer alguma coisa - mas acho que eles estão acostumados.