3.3.07

Os Passivos do Planalto

Depois das folias de Momo e da volta à labuta, aproveito pra botar o papo em dia sobre o que anda ocorrendo por estes lados de Pindorama. Pra variar, o nosso querido presidente Lulla-Lá, vulgo Lullita, envergonha a Nação ao soltar pela boca o que as pessoas normais só soltariam pelo outro lado do corpo humano. Depois de mais uma sucessão de crimes bárbaros ocorridos neste país tropical abençoado por Deus e bonito por natureza, mas que beleza, em fevereiro, o cretino-mor aprontou mais uma.

Disse que "a violência é uma questão de sobrevivência", como se as ruas brasileiras fossem um grande documentário do Discovery Channel, aquele canal em que são exibidos filmetes sobre a natureza cruel e selvagem. Eu já vinha avisando desde a metralhada no carro da mulher do ministro da Cultura que só estão esperando a violência deixar o país insuportável pra tomarem o poder pela força e se perpetuarem nele. Há tempos esperam o Lullita tomar uma providência - mas é público e notório que a única providência que o nosso querido mandotário da Nassão toma é a caninha Providência, que é de lei no café da manhã presidencial.



E isso fica ainda pior quando é revelado que o sucessor do Antônio Palhaço no ministério da Economia, o Manteigão, ficou horas na mira de bandidos durante o Carnaval e demorou 12 horas pra comunicar o crime. A família PT, pelo visto, está bem alinhada: a primeira-dama da Fazenda disse que os bandidos que os mantiveram reféns foram "supergentis", só faltando pedir licença pra tocar o terror no recinto. Não duvido nada que a Dona Manteiga tenha dado cafezinho pros assaltantes.



É por essas e por outras que eu desejo, de coração, aos nossos políticos passivos com o estado de violência (segundo o nosso querido presidente, "uma questão de sobrevivência"), o que está expresso na fotografia abaixo:


Aí é que eu quero ver se não vai doer na consciência e fazer alguma coisa - mas acho que eles estão acostumados.

2 comentários:

Anônimo disse...

manda todos eles tomarem

Marcelo disse...

No dia que os brasileiros realmente se revoltarem com essa passividade é que veremos a tragédia social do conflito armado civil.